
Por Davi LagoJosé Miranda, ex-presidente da Aliança Bíblica Universitária disse: “No Evangelho não existe cruz de isopor nem deserto para atravessar de avião”.
Se Deus dá de si mesmo em promessas, devemos dar de nós mesmos
Para os judeus no tempo de Jesus, a cruz tinha um significado muito claro: morte. Os registros históricos nos dizem, por exemplo, que o general Varas alinhou várias cruzes na Galiléia como forma de repreender uma rebelião que começou ali. Os judeus estavam habituados a verem pessoas crucificadas.
Portanto, tomar a cruz também tinha um significado claro para os ouvintes de Jesus: carregar a cruz era caminhar para a execução, caminhar para a morte. Ou seja, Jesus disse que para ser um discípulo dele precisamos caminha para a morte todos os dias. A morte do nosso “eu” pecador. Nossa cruz não é uma esposa briguenta, ou uma doença, ou qualquer outro desconforto dessa vida. A cruz é nossa carne, nossa natureza pecaminosa. Ser crucificado significa abandonar a idolatria do eu pecador. Thomas Brooks pediu a Deus: “Livra-me daquele homem mau: eu mesmo”. A cruz é a nossa luta diária contra a carne (Rm 8.36).
6 de Março: Café da manhã para líderes e representantes de clubes cristãos na casa do Pr. Davi. Se você deseja participar ligue para 8661-3770 ou mande um email para pietista@hotmail.com.
13 de Março: Ciclo de Palestras Universitários Getsêmani | Março
Às 16h na Igreja Batista Getsêmani – Salão Pérola
Informações: 8661-3770 Davi | 9786-8024 Natália
Programação
Palestra: Estratégias para evangelização de universitários
Painel: Panorama dos clubes cristãos nas universidades de BH
Delicioso coffee break
Culto da Mocidade – Loucos por Jesus
Mês de Abril: Realização de impactos e palestras evangelísticas nas universidades de BH.
Por Davi LagoApologética é a disciplina que lida com a defesa racional da fé cristã. O termo tem origem na palavra grega apologia, que significa “defesa”; “falar de volta” (apo – volta; logia – discurso, fala). Em outras palavras, significa fornecer respostas sensatas a “todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1Pd 3.15).
A proposta geral da apologética é favorecer a fé, de quatro formas: Primeiro, pela vindicação (ou prova), através da qual procuramos demonstrar que o cristianismo é uma crença coerente e razoável. Segundo, pela defesa, através da qual buscamos clarificar a posição cristã em sua dimensão intelectual contra os ataques. Terceiro, pela refutação: através da qual procuramos fazer críticas coerentes aos argumentos que os não-cristãos oferecem a favor de suas próprias crenças. Quarto, pela persuasão, através da qual visamos persuadir os não-cristãos a aplicar a verdade cristã em suas próprias vidas, conduzindo ao compromisso.
Os cristãos precisam estar preparados para entrar em confronto com as filosofias mundanas. “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Cl 2.8). “Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2Co 10.5).
Há vários livros, de autores cristãos consagrados, que tratam de temas apologéticos: Porque sou cristão, John Stott, Ed. Ultimato; Crer é também pensar, John Stott, Ed. ABU; Não tenho fé suficiente para ser ateu, Norman Geisler e Frank Turek, Ed. Vida; Pense biblicamente, John MacArthur, Ed. Hagnos; Em defesa da fé, Lee Strobel, Ed. Vida; Em defesa de Cristo, Lee Strobel, Ed. Vida; Filosofia e cosmovisão cristã, J.P. Moreland e William Craig, Ed. Vida Nova; Princípios para uma cosmovisão bíblica, John MacArthur, Ed. Cultura Cristã;
Fundamentos inabaláveis, Norman Geisler, Ed. Vida; Curso Vida Nova de Teologia Básica – Apologética, Ed. Vida Nova.
Por Davi LagoNunca se irrite com gracinhas de professores que atacam veemente a fé cristã. Algumas orientações são importantes:
1. Não caia no jogo do seu professor.
Muitos professores ateus provocam de propósito os cristãos com o objetivo de fazer um aluno se expor e, dessa forma, ridicularizá-lo diante da sala. Portanto, caso o professor pergunte, por exemplo: “quem aqui é cristão?”, você não precisa obrigatoriamente levantar a mão e se manifestar. Você não está negando a Cristo por isso. A nossa resposta deve ser sábia. Perceba qual é a intenção de se seu professor antes de se manifestar.
2. Questione qual é o Deus em que ele não acredita.
Dependendo de que Deus ele esteja se referindo, nós também não acreditamos. Nós cremos no único Deus verdadeiro, o Deus apresentado na Bíblia.
3. Questione o que ele crê.
Não fique apenas na defensiva, parta para cima dos ateus, porque eles nunca sabem direito em que eles acreditam. E quando você encontra um ateu que sabe explicar mais ou menos em que crê, você morre de rir, porque é muita besteira. Quando você faz um ateu dizer em que ele crê, fica mais claro quão frágil são seus argumentos.
4. Demonstre que o ateísmo não passa de uma crença sem base racional.
O ateísmo repousa sobre a crença (e não sobre a certeza comprovada) de que Deus não existe. Não há prova filosófica ou experimental de que Deus não exista. A decisão do ateu é uma questão de fé, mesmo que ele não se dê conta disso. Ateísmo não passa de especulação.
5. Demonstre que o ateísmo não explica a origem da vida.
O nada não pode criar a si mesmo, ele deveria existir antes de se criar. Quando olhamos para um quadro sabemos que há um pintor. Quando olhamos para o mundo sabemos que há um Criador.
6. Demonstre que o ateísmo não explica a base da razão.
Por que ser racional se o universo é o resultado do acaso irracional? Não há razão para ser racional num universo aleatório.
7. Demonstre que o ateísmo não explica o sentido da vida.
Sem Deus a vida não tem propósito algum. Ou desesperamos ou cremos
8. Demonstre a racionalidade da fé cristã.
Fé, de acordo com as Escrituras, não é nem credulidade, nem superstição, nem uma crença ilógica na ocorrência do improvável, mas uma confiança calma e refletida
Tive um professor ateu convicto. Desde o primeiro dia de aula ele ridicularizava e zombava de Deus e dos crentes. Fazia um mês, que todos os dias, ele criticava Deus. Ele praguejava coisas como “Não posso crer
Mas ele chegou a um ponto que eu não agüentei ficar calado. Ele disse “Quando a pessoa é burra ela crê
Levantei e me dirigi rapidamente em direção ao professor. Empossei a voz e disse “Professor posso falar com o senhor?”. Ele disse “Não só pode como deve”. Então eu comecei “Bom, o senhor é um homem democrático, não é professor? Pois bem, quero dizer algo para o senhor. O senhor disse que crer em Deus é coisa para pessoas burras? Ser cristão é ser ignorante e tolo? Não estou entendendo professor. Ser crente em Deus é coisa para ignorantes? O que você diz sobre Agostinho; Pasteur; Dostoievski; Pascal; Tolstoi; Tolkien; Newton, que não pronunciava o nome de Deus sem tirar o chapéu da cabeça; John Copley, grande ministro da justiça da Inglaterra; Henry Dunant, fundador da Cruz Vermelha e vencedor do primeiro Prêmio Nobel da paz? São todos burros?”.
Ele ficou assustado, vermelho e começou falar por cima de mim. Quando ele parou, eu disse “Professor o senhor está enganado. Deus é a maior realidade do universo Ninguém se encontra com ele e permanece o mesmo. Quando encontramos a Deus compreendemos quem somos, por que estamos aqui, de onde viemos e para onde vamos”.
Serão momentos também de muito louvor e comunhão. Haverá tempo livre para lazer. A Sede Campestre da Igreja Batista Getsêmani possui dois campos de futebol, quadras poliesportivas, quadra de tênis, sauna, várias piscinas e lagoa para pesca. O retiro encerra à noite com o CULTO DA MOCIDADE e a FESTA COUNTRY que serão realizados na própria Sede Campestre.
OBSERVAÇÃO: PARA PARTICIPAR DA FESTA COUNTRY É NECESSÁRIO COMPRAR O CONVITE INDIVIDUAL (R$ 15,00) ANTES.
Data:
Dias 7 e 8 de agosto, na Sede Campestre Getsêmani.
O que levar?
Roupa de cama (travesseiro, edredom e cobertor), toalha, objetos de higiene pessoal, roupas discretas.
Transporte:
Saída: Sexta-feira (7/8), às 22h, da portaria da Igreja Batista Getsêmani.
Volta: As informações sobre a volta serão enviadas para vocês por email/telefone no dia 05/08.
O mapa para a Sede Campestre está disponível no site www.getsemani.com.br.
Informações:
(31) 8661-3770 – Davi Lago
(31) 8661-3980 – Esmeralda Lago


Três linhas de pensamento se destacam na sociedade atual: hedonismo, erotização e consumismo. O hedonismo é a corrente filosófica que afirma que a vida deve ser regida pelo princípio do prazer. O hedonismo abre portas para a erotização e o consumismo. Através da erotização da sociedade, as pessoas passam a ser vistas apenas por seu valor sexual. Já o consumismo é a promessa de felicidade e prazer baseada em bens materiais que se capitaliza pelo poder de escolha de cada um.Na reunião especial de sábado que vem (31/1) iremos apresentar os principais desafios que o cristão enfrenta na universidade e os caminhos bíblicos para superá-los. Nós ensinaremos o caminho do trote à formatura. Entre os temas abordados estão:
- Como massacrar professores ateus;
- Como ser orador da turma no fim do curso sem participar de nenhuma orgia durante o curso;
- Como influenciar seus amigos sem ser influenciado por eles;
- Como entrar num bar e fazer seus colegas que estão com copos de pinga na mão aceitarem a Cristo com lágrimas nos olhos;
- Como ser influente na sala de aula sem pecar;
- Como lidar com pressões sexuais na universidade;
- Como evangelizar através de trabalhos;
- Como reagir aos ideais da pós-modernidade;
- Como desenvolver uma cosmovisão cristã;
- Como iniciar um clube cristão na sua faculdade;
- Histórias de avivamentos nas universidades.
Participe! Próximo sábado (31/1) às 17h30 no Templo da Igreja Batista Getsêmani.
